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]]>Segundo o prefeito Ricardo Nunes, a ideia é favorecer o comércio e a vida noturna de SP, além da realização de monitoramento sobre uma possível adoção de tarifa gratuita permanente em dias úteis.
“Pode ser no domingo, ou pode ser no período noturno. A ideia que está mais sendo apreciada é de domingo. É um dia que não tem tanta movimentação e para o domingo ter o aquecimento da economia. Fazer girar a economia, pensando na geração de emprego, renda e no fortalecimento econômico da cidade”, disse.
De acordo com Nunes, a medida é debatida com o relator do orçamento de 2024 na Câmara Municipal, para que seja adicionada a proposta na urbica de R$ 400 a R$ 500 milhões. O valor seria complementar aos R$ 5,1 bilhões que já consta na proposta de orçamento do próximo ano. A declaração foi dada durante a abertura da 28ª Cúpula de Mercocidades sul-americanas, na Sala São Paulo, no centro.
Tarifa zero permanente
A implantação de uma política permanente de tarifa zero custaria, no mínimo R$ 10 milhões por ano aos cofres da prefeitura, segundo o prefeito. “A tarifa zero é bastante complexa. Um sistema que no ano passado custou R$ 10 bilhões. Ao menos R$ 5 bilhões a gente teve de arrecadação de tarifa e R$ 5 bilhões a prefeitura colocou em subsídio, em números redondos”.
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
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]]>O post Funcionários dos Correios avaliam greve em semana de Black Friday apareceu primeiro em Alpha FM - 101.7.
]]>A votação acontecerá após os Correios divulgarem que devem oferecer descontos de até 30% para envio de encomendas durante a Black Friday. No momento, a empresa afirma que está operando normalmente em todo o país, com 100% dos empregados presentes, agências abertas e todos os serviços disponíveis.
Reivindicações da categoria
Segundo a Findect, a paralisação de tempo indeterminado reivindica a resolução de 26 questões do acordo coletivo com a estatal como, por exemplo, a incorporação de R$ 250 ao salário base o que, segundo a federação, foi negociado em mesa coletiva. A categoria também exige a realização do concurso público, melhorias no plano de saúde e melhores condições de trabalho.
Cinco sindicatos dos 36 dos Correios vão fazer a assembleia nos próximos dias para decidir se haverá ou não paralisação parcial. A empresa também informou que já preparou uma série de medidas para garantir a normalidade dos serviços caso as assembleias desses cinco sindicatos aprovem a paralisação parcial e pontual.
Confira outras matérias no site.
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]]>O post Primeira Sound fecha contrato de 10 anos no Brasil apareceu primeiro em Alpha FM - 101.7.
]]>A Alpha esteve presente no evento warm up para a imprensa e convidados, que aconteceu no Cineclube Cortina, espaço aberto há pouco tempo mas já consagrado na vida noturna paulista. E, entre os destaques, as linhas operadas pela Viamobilidade (9-Esmeralda, 8-Diamante, 4-Amarela e 5-Lilás) funcionarão de forma estendida, até às 2 manhã, mesmo após o fim do festival. Segundo a empresa, também foi feita uma parceria com a concessionária de forma que trens expressos circulem partindo da estação Pinheiros até a estação Autódromo – a mais próxima do local dos shows.
De acordo com Francesca Alterio, diretora de Festivais e Marketing da Time 4 Fun, o plano operacional para o transporte público nos dias do festival ainda não está completo. Os organizadores estão conversando com o setor público, como a prefeitura, a SPTrans, o Metrô, a CPTM, e em breve mais detalhes serão revelados. “O público do Primavera Sound São Paulo é uma das comunidades que mais cresce no mundo. Tenho certeza de que qualquer Primavera Sound gostaria de ter um público assim, tão amoroso, atencioso e que vibra junto com a gente”, afirmou Alfonso Lanza, CEO
Outra revelação feita durante a coletiva é que teremos edições do Primavera na capital paulista pelos próximos 10 anos. O contrato começa a valer a partir deste ano e vai até 2033. Segundo os organizadores do evento, a proposta é expandir cada vez mais a seleção de artistas e poder apresentar novas sonoridades para quem se aventurar no Autódromo de Interlagos. O curador do festival, Pedro Antunes, comentou “A intenção do Primavera é que você ouça coisas fora da sua bolha”.
Sobre a curadoria, muito se foi falado – e observado – do selo de equidade de gênero do Primavera Sound já que o line-up equilibra artistas de raças e gêneros diferentes, buscando uma igualdade, uma das pautas mais relevantes e importantes de serem tratadas hoje em dia. A edição deste ano foi inclusive premiada com o Selo Igual do WME (Women’s Music Event). Pedro Antunes, booking da T4F falou sobre a difícil missão de chegar os nomes que irão se apresentar e convidou o público para aproveitar o Primavera na Cidade, shows que acontecem nos dias que antecedem o festival, com um clima mais intimista para que os fãs tenham uma experiência completa do evento.
Agora falando sobre a estrutura, quem esteve presente na coletiva pôde ter acesso ao mapa de como será a distribuição dos palcos no Autódromo. São 4 palcos distribuídos entre os portões 7, 8 e 9. Não é possível saber, por enquanto, a distância entre os palcos, e se a configuração será mais parecida com o Lollapalooza ou com o The Town. A novidade deste ano será o palco TNT Club, que poderá reunir até 700 pessoas ao mesmo tempo, recebendo artistas da música eletrônica, trap e rap. Além disso, o Primavera Sound será transmitido pela Rede Globo, por meio do canal Multishow e pelo streaming Globoplay. A novidade foi anunciada também durante a coletiva, que ainda levantou temas como a importância do ESG (Environmental, Social and Governance) resolvendo questões ambientais e de sustentabilidade no meio do festival. Responsável pela área de ESG da T4F, Monique Pini apresentou as iniciativas, que vão desde coleta de resíduos e consumo consciente, através da reutilização de todos os palcos e cenografias, por exemplo; passando pela parceria com o Greenpeace, que irá levar para Interlagos um DOMO para uma experiência imersiva na floresta como forma de conscientização para o público.
O Primavera Sound teve origem em Barcelona em 2001 e, atualmente, acontece em cidades como Barcelona, Porto, Buenos Aires, Bogotá e Assunção. Em São Paulo, o festival chega à sua segunda edição, sendo a primeira delas com realização da T4F.
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]]>O post Kendrick Lamar apareceu primeiro em Alpha FM - 101.7.
]]>O sábado (04) contou com apresentações de Hodari, Jaden Hossler, Machine Gun Kelly, Halsey e, fechando a noite, o trio eletrônico Swedish House Mafia, que não vinha ao Brasil há 12 anos. Estes últimos, apesar do estrondoso sucesso no exterior, por aqui, não são atrações de grande popularidade, sem conseguir cumprir a missão de lotar o estádio como ocorreu na edição passada.
Os primeiros de sábado, Hodari e Jaden Hossler, foram os que mais sofreram o baque, apresentando-se para uma plateia pequena distribuída entre os setores Paddock (o mais caro e bem em frente ao palco, mas não necessariamente o setor com mais fãs dos artistas), pista vip box (pista premium), pista e cadeira inferior. Neste dia, a cadeira superior não chegou a ser aberta devido a pouca quantidade de ingressos vendidos, deixando então quem comprou ingresso para este setor descer para a inferior, rolando assim um upgrade.
Hossler passou grande parte do show elogiando o Brasil e, claro, deu seu melhor levando os hits da recente carreira, entre eles, “Chrome Hearted”. Machine Gun Kelly, que subiu ao palco na sequência, se apresentou para um público fiel, que cantava todas as suas músicas, tanto as da sua fase rap quanto as de pop punk, como “God Save Me”, “Bloody Valentine”, “Forget me too” e fechando com “My ex’s best friend”. MGK, diferente de Jaden, demonstrou estar incomodado com a plateia vazia e desanimada assim que deu início a uma versão em português de “Dança Kuduro” e não receber uma reação calorosa do público, parando o show para perguntar “será que eu estou nos Estados Unidos?”, fazendo referência ao baixo entusiasmo das plateias norte-americanas. O grande destaque do primeiro dia foi Halsey, mesmo não sendo a responsável por fechar a noite. Com pirotecnia e show de luzes, a artista entregou um show completo mesclando sucessos dos seus primeiros álbuns e faixas mais recentes, “Manic”, “If I Can’t Have Love, I Want Power”, “Eastside” e “Closer” (em uma versão mais rock). Com uma presença de palco impactante, Halsey elogiou o público brasileiro como um dos seus favoritos no mundo e se emocionou com o coro de “Halsey, eu te amo”.
Com leve atraso e começando após às 21h30, o trio Swedish House Mafia – formado por Axwell, Steve Angello e Sebastian Ingrosso – fechou a noite com uma entrada impactante, de muitas luzes e bastante fumaça, comum nos shows eletrônicos. Os três DJs se revezaram no microfone, interagindo com o público. Sucessos não ficaram de fora, como “Leave The World Behind” e “More Than You Know”, levando ao ápice da noite, quando tocaram a mais conhecida: “Don’t You Worry Child”.
O domingo (05), segundo dia do festival GPWeek, contou com mais pessoas ocupando o estádio do Allianz Parque, sol durante a tarde e queda da temperatura ao anoitecer. Nada impediu o público de curtir um dia memorável de shows. Os portões abriram novamente às 13 horas, e a parte externa já estava com filas de pessoas ansiosas para aproveitar o segundo dia de festival. Sendo a primeira atração do dia, as irmãs gêmeas Tasha & Tracie, que anteriormente já se apresentaram no “Rock in’ Rio” e do festival “The Town”, subiram ao palco por volta das 14h20. As gêmeas do Jardim Peri, Zona Norte de São Paulo, sendo umas das principais expoentes do rap nacional, levaram para o palco o melhor do rap e funk, sempre enaltecendo e explorando elementos da cultura brasileira, especificamente da periferia de São Paulo, onde elas cresceram. Em seu repertório, cantaram seus maiores sucessos, como: “Diretoria”, “SUV”, “TANG”, “Sou Má” (parceria com Ludmilla) e deixaram um gostinho de quero mais com “Desce Licor 43”, música de seu último álbum “Yin Yang”, lançado esse ano, em parceria com o Kyan e o Rapper Gregory.
Com um intervalo aproximado de uma hora entre os shows, Iza sobe ao palco em uma entrada triunfante. Toda poderosa, ela embala o público com canções de seu novo álbum “Afrodhit”, mas não deixa para trás seus principais hits, como “Mó paz”, “Gueto”, “Dona de Mim” e “Pesadão”. Iza esbanja simpatia conversando com o público durante o show e descendo do palco para animar as pessoas que estavam na grade.
Logo após, o duo eletrônico nova iorquino SOFI TUKKER deu um show que manteve a energia do público nas alturas. Com uma performance eletrizante e, além de elegante, o duo surpreendeu a maior parte do público, que não sabia que a cantora alemã Sophia falava e cantava algumas de suas canções em português, como “Matadora” e “Jacaré”. Sophia falou sobre sua paixão pelo Brasil e, inclusive, chamou ao palco duas artistas nacionais, a Mari Merenda e Sofia Ardessore, que foram descobertas por um vídeo musical na rede vizinha. O duo fez até uma música com as brasileiras, “Veneno”, que em breve será oficialmente lançada.
A noite esfriou mas logo o músico multi-instrumentista Thundercat subiu ao palco para agitar e esquentar o público, que já estava ansioso para ver o headliner da noite. Thundercat, baixista virtuoso, entregou tudo nessa “abertura” de show para Kendrick Lamar. O músico apresentou músicas mais populares como “Dragonball Durag” e “Them Changes”, além de hits do seu disco “It Is What It Is” como “How Sway”, que destaca a complexidade de suas composições.
Criou-se um suspense para receber ao palco a estrela da noite quando as luzes do estádio apagaram por volta das 21h27, e, claramente, a expectativa do público aumentou. E não à toa: o rapper headliner do festival Kendrick Lamar, que se tornou o primeiro artista do universo pop a receber o prêmio Pulitzer na categoria música, com seu 4º álbum “DAMN”, subiu ao palco pontualmente às 21h30 e enfileirou hits atrás de hits levando o público à loucura. Seu repertório contou com músicas de seu álbum “To Pimp a Butterfly” (tendo o Thundercat como baixista) até o mais recente “Mr. Morales & The Big Steppers”. E, claro, os sucessos de “DAMN” não ficaram de fora, “HUMBLE”, “LOYALTY” e “ELEMENT” fizeram o público delirar e cantar junto nesta noite que, definitivamente, entrou para a história, que terminou com a grandiosa “Alright”. Kendrick Lamar havia passado pelo Brasil há quatro anos, no palco do Lollapalooza em 2019. Agora esperamos que ele não demore para voltar, porque se tem uma coisa que o público sentirá saudade é de um show que mesmo sendo minimalista, foi eletrizante.
*Crédito imagem: Adriano Vizoni/Folhapress
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]]>O post Jorge Ben Jor aquece Espaço Unimed com show “Para Animar a Festa” apareceu primeiro em Alpha FM - 101.7.
]]>Antes de começar o show, o público foi presenteado com uma bela setlist do DJ que realizou o warm up da casa, tocando brasilidades que iam de Luedji Luna a Gilberto Gil, levando o melhor da música nacional aos que aguardavam ansiosamente pelo ídolo. Em dado momento, a pista já fervia, tornando o momento ainda mais emocionante para o início do show.
Abrindo com a emocionante “Jorge da Capadócia” e repetindo inúmeras vezes ao público “eu amo vocês”, Jorge Ben Jor foi ovacionado com muitos gritos e aplausos, ao lado de sua banda, todos vestidos de branco e empolgados tanto quanto o vocalista. “A banda do Zé Pretinho”, “Santa Clara clareou”, “A minha menina” e “Zazueira” foram as primeiras da setlist, em um pot-pourri animado em ritmo de Carnaval.
“Quero toda noite”, em parceria com Fiuk, também marcou presença, assim como “Que maravilha”, “Magnólia” e “Chove, chuva”. Mesmo em uma pista lotada, era impossível ficar parado com os ritmos que o artista entregava ao público. Até mesmo o eterno Tim Maia foi lembrado com “Do Leme ao Pontal” e o icônico refrão “tomo guaraná, suco de caju, goiabada para sobremesa”. Um verdadeiro clima de Carnaval em pleno final de outubro. A noite terminou com “Taj Mahal” mas, claro, sem deixar de passar por “País Tropical”, outro grande hit da carreira, que marca gerações. Aliás, o show abrangeu uma plateia de todas as idades, com destaque para filhos que foram com as mães, tornando o momento ainda mais especial.
Aos 84 anos de idade, Jorge Ben Jor demonstrou que ainda tem muita saúde e fôlego para cantar, sem parar um minuto em cima do palco. Emocionante mesmo foi quando abraçou e dançou junto de um dos membros da banda, o mais antigo e, ainda, grande amigo pessoal. O artista recentemente entrou para o circuito dos festivais de música brasileira que rolam no país, entre eles, Turá, Rock the Mountain e Coala. Sempre é bom demais te ver cantar, Ben Jor!
*Crédito da imagem: Marcos Oliveira @marcosoliveirapht / Espaço Unimed @espacounimed
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]]>O post The Weeknd faz show futurista em SP com mais de 40 hits na setlist apareceu primeiro em Alpha FM - 101.7.
]]>A apresentação, que entra para o time das megaproduções internacionais que rodam o mundo na atualidade, de fato, marcou a noite em São Paulo para um Allianz Parque esgotado com 48 mil pessoas. Faziam 6 anos que o cantor não se apresentava em solo brasileiro, tendo sido a sua última passagem por aqui em 2017, no Lollapalooza, onde foi também sua estreia no país, no auge do sucesso com “Starboy”.
Para a After Hours Til Dawn, foi preparada uma estrutura imensa, inclusive contando com pulseiras iluminadas para o público à la Coldplay, uma extensa passarela dividindo a pista no meio e, ainda, um palco com cenário tecnológico e moderno. Aliás, um dos diferenciais da turnê por aqui é a não divisão entre pista e pista premium, que é comum nos estádios, tornando uma única pista em torno da estrutura. Uma lua inflável gigantesca foi suspensa sobre a plateia, próxima à escultura do artista japonês Hajime Sorayama. A figura imponente feita em crômio girava lentamente durante toda apresentação, sendo mais uma característica que fazia toda a diferença no contexto geral do concerto.
Em um figurino numa espécie de militar futurista, o protagonista da série polêmica da HBO “The Idol” também tinha um acessório no braço, que simulava um braço metal de robô e um capacete futurista, com luzes acesas na região dos olhos. Ele retirou o acessório do rosto apenas na metade da apresentação, mostrando ser um elemento ideal na produção do espetáculo.
O retorno de Abel Tesfaye no país(seu verdadeiro nome), ainda mais mainstream que a primeira passagem, mesclou hits de um dos seus primeiros trabalhos, “House Of Balloons” (2011) – como “Wicked Games” – até o projeto mais recente de estúdio, o “Dawn FM” (2022), mesclando R&B com um som mais dançante e eletrônico, como “How Do I Make You Love Me?”, “Take My Breath”, “Sacrifice” e mais. Também parte do nome da turnê, o álbum “After Hours” (2020) ditou grande parte do repertório, trazendo “Save Your Tears” e “Blinding Lights”, dois hits consagrados em sua voz.
A verdade é que o pequeno atraso de quinze minutos do artista acabou passando despercebido para a grandiosidade e afinação da apresentação, aberta com “La Fama”, sua parceria de 2021 com a espanhola Rosalía, e finalizada mais de duas horas depois, com uma setlist extensa que contava com 42 músicas. “False Alarm”, por exemplo, não costuma estar na setlist do artista, mas foi incluída nos dois shows no Brasil até o momento, mesmo sem ter entrado na turnê da América do Sul.
Com uma simpatia e carinho nítido pelo público, The Weeknd desceu para dividir o microfone com a plateia em “Out Of Time” que, segundo ele mesmo, é a sua faixa preferida do trabalho recente. A banda, claro, não passava despercebida, fazendo um som de altíssima qualidade. Abel dividia momentos entre palco e passarela, dando atenção equilibrada a diferentes partes do estádio.
Preparando o público para sua apresentação, ainda, a noite contou com a abertura dos produtores e DJ’s Mike Dean e Kaytranada. O segundo, vencedor do Grammy em 2021 pelo seu álbum de dance music “BUBBA”, era também muito aguardado na noite, já que no Rio de Janeiro, o haitiano não pôde se apresentar antes de The Weeknd devido à chuva forte com raios que evacuou o estádio por alguns minutos por razões de segurança da produção.
Nesta quarta-feira (11), ainda acontece o segundo show de The Weeknd em solo paulista e será a sua última apresentação da passagem pelo Brasil.
*Foto capa: Iris Alves/Divulgação/Live Nation
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]]>O post Festival GRLS! potencializa artistas femininas em sua segunda edição apareceu primeiro em Alpha FM - 101.7.
]]>*Créditos da imagem: Stephanie Hahne
A segunda edição do Festival GRLS! aconteceu neste final de semana, dias 4 e 5 de março, no Centro Esportivo Tietê. O evento, que tem como principal objetivo amplificar e potencializar a carreira de artistas mulheres, reuniu cantoras que exploraram diferentes gêneros musicais, mas com uma mesma ideia: a importância de cantar pelos direitos e espaços das mulheres na sociedade.
No primeiro dia (sábado), o GRLS! iniciou as apresentações com a cantora baiana Rachel Reis, seguida de Lexa, que transformou o festival em uma grande festa com seu hit "Chama Ela". Margareth Menezes, Mariah Angeliq e Duda Beat foram as artistas de peso que preparam o público para as headliners da noite: Jojo e Sandy. A norte-americana não vinha ao Brasil há 15 anos e, dona dos hits "Too Little Too Late" e "How To Touch a Girl", ainda cantou o sucesso "Envolver", da brasileira Anitta. Já Sandy falou da alegria de estar tocando pela primeira vez em sua carreira solo em um festival, tendo preparado um setlist de sucessos não só seus, mas de outros cantores, como "All Star", de Nando Reis, e "Lugar ao Sol", do Charlie Brown Jr. Seu show foi encerrado com "Quando Você Passa" em um coro alto da plateia.
14h35 – Manu Gavassi
Já no domingo, em vez de cantar músicas próprias, Manu Gavassi levou ao GRLS! seu atual espetáculo em homenagem a Rita Lee. Acompanhada de uma banda 100% feminina – Alana Ananias (bateria), Ana Karina Sebastião (baixo), Juliana Vieira (violão), Luana Jones (backing vocal), Mari Jacintho (teclados), Michelle Abu (percussão), Monica Agena (violino) e Paola Evangelista Lucio (backing vocal) -, a cantora demonstrou compromisso em honrar o trabalho da Rainha do Rock. "Tô muito feliz de estar aqui. Pareço uma criança. É um projeto muito especial, afetivo, que celebra as músicas, as musicistas, as compositoras, a Rita Lee. É o show mais legal que eu já fiz. Só me sinto uma fã pulante e feliz”, declarou. Sobretudo a partir do meio, com “Esse tal de Roque Enrow”, a artista parecia mais confortável e confiante, refletindo diretamente em seus vocais – que se encaixaram de maneira mais adequada às canções da veterana. Provavelmente, os fãs na grade – com cartazes escrito “Manu, viemos por você” e “Manu, nós te amamos" – ajudaram nesse quesito. Para além da música, era notável a espontaneidade de Gavassi. Ela avisou logo no início que não falaria muito pelo tempo reduzido de apresentação, mas, entre as canções, tirou os brincos que usava e soltou comentários divertidos. “O drone está na minha fuça, achei o futuro”, brincou em certo momento, a respeito de um drone que fazia filmagens. Já em outras ocasiões, disparou: “Minha franja grudou toda, esse é um erro que a gente pode cometer com si mesma, mas o cabelo cresce” e “não sei sambar nem a pau”. A musicista também demonstrou perfeccionismo. Por ter desafinado em “Ovelha Negra”, uma de suas favoritas, ela preferiu recomeçar a música, sob a justificativa de ser “capricorniana com ascendente em virgem”. Ainda, revelou que, normalmente, tem problemas com shows, mas que a apresentação em questão foi deliciosa e que não queria se despedir. Antes de encerrar o set, Manu “pediu licença” para o público e cantou uma de suas músicas autorais, “Bossa Nossa” – presente no álbum “Gracinha” (2021). Ela finalizou a apresentação com “Lança Perfume”, descrita por ela como a maior canção “da história do Planeta Terra do Brasil”.
16h – Blu DeTiger
Aos 25 anos, Blu DeTiger é “novata” na indústria musical. Entre 2019 e 2020, a baixista e cantora integrou a banda de Caroline Polachek e Fletcher e, posteriormente, durante a pandemia, começou a postar com frequência vídeos no TikTok – plataforma que alavancou sua carreira. Seu primeiro EP, “How Did We Get Here?”, saiu em 2021, mesmo ano em que firmou uma parceria com a Fender. Diante desse cenário, ela fez sua apresentação de estreia no Brasil. Apesar de visivelmente tímida, a artista – cujo estilo lembrava vagamente o de Taylor Momsen, do The Pretty Reckless – impunha presença com seu baixo azul e com as músicas puxadas para o “alternativo” marcadas pelo instrumento. Inclusive, a cantora Day Limmns, que cantou no evento mais cedo, e o guitarrista do NZ Zero, Gee Rocha, pareciam estar curtindo muito o set na plateia. Por diversas vezes, ela repetiu o seu nome e o da capital paulista, fez corações com os dedos e agradeceu a oportunidade de compor o line-up. “É um festival muito legal, estou honrada. Vim de Nova York e essa é a minha primeira vez no Brasil. Há um rumor de que os melhores fãs são daqui”, afirmou. Entre as músicas apresentadas, figuraram “Night Shade” – sobre Nova York, de acordo com a musicista, “Elevator” – com a plateia repetindo em coro “I go up, I go down”, e “Vintage”. Ela tirou um momento para introduzir sua banda, formada pelo irmão Rex DeTiger (baterista) e Horace Bray (guitarrista).
17h35 – Alcione
Marrom – como é carinhosamente chamada pelos fãs – se apresentou sentada em uma cadeira devido a uma recente cirurgia na coluna e pinos nos quadris. Carismática como sempre, pediu desculpas por isso, brincando que tem preguiça de vez em quando das sessões de fisioterapia, mas que logo ficaria boa. Com enorme potência vocal aos 75 anos, fez a alegria dos presentes em um show comemorativo dos seus 50 anos de carreira, não deixando de fora músicas como "A Loba", "Você Me Vira a Cabeça", "Meu Ébano" e o clássico "Não Deixe o Samba Morrer". Após cantar "O Surdo", aproveitou para discursar contra a violência doméstica: "Pancada dói sim. Vamos para com essa graça de bater nas mulheres. Conversar é bom, amar é bom…", fazendo referência à sua letra, que diz "pancada de amor não dói". Entre brincadeiras, chegou a pedir licença para tomar seu cafézinho no palco e respondeu aos risos o coro de fãs que gritavam "Marrom, eu te amo": "Eu também amo todos vocês. Tenho 50 anos de carreira por causa de pessoas como vocês".
19h10 – Anavitória
Antecipando a atração principal da noite, Ana Caetano e Vitória Falcão subiram ao palco confortáveis como de costume: descalças e com seus tradicionais figurinos combinando. Prestes a celebrar 10 anos de carreira, as meninas passearam pelos maiores hits, como "(Tu) Trevo", "Ai Amor", "Cigarra", "Partilhar", e abrindo o show com "Amarelo, azul e branco", música que conta com breve participação, no formato de citação, de Rita Lee. A Rainha do Rock, inclusive, foi homenageada novamente no Festival durante o show de Anavitória, que anunciaram Manu Gavassi de volta ao palco para uma participação em "Amor e Sexo". Juntas, se divertiram interpretando um dos maiores sucessos de Rita Lee: "Essa é uma celebração às mulheres, a essa mulher, a Rita Lee, às mulheres de São Paulo", disse Ana.
20h45 – Tinashe
Fechando a edição de 2023 do Festival, Tinashe iniciou seu show pontualmente, às 20h45. Junto de um balé de seis dançarinas, ela subiu ao palco com “I Can See the Future”, usando um figurino todo laranja, cheio de franjas. O estilo musical voltado sobretudo para o R&B foi complementado com um show verdadeiramente pop, que justificou a posição alta no line-up: há muita fumaça, energia, coreografias (que roubaram a cena) e simpatia. Não falta nada em relação à fórmula das grandes divas. “São Paulo, tenho uma pergunta para vocês”, disse, antes de iniciar “Perfect Crime”. No telão, imagens do símbolo do álbum mais recente, “333” (2021), como também o nome da cantora, predominaram. Infelizmente, uma forte chuva começou após os primeiros minutos de show, fazendo com que os fãs corressem e se juntassem embaixo das árvores. “2 On”, “Save Room for Us” e covers de “The Worst in Me”, do KAYTRANADA, e “All My Friends”, do “Snakehips”, fizeram parte do repertório longo de quase 30 músicas. Vale destacar os solos do guitarrista Zach Fenske, que trouxeram mais peso para as canções executadas ao vivo.
Sobre o GRLS!
Fiel em sua proposta de dar protagonismo às mulheres, durante os intervalos, tocavam apenas músicas de cantoras – de Tasha & Tracie à Nelly Furtado, de IZA à Ludmilla. Nesses períodos, o espaço da Heineken contou com DJs – entre elas, Valentina Luz. Havia também uma “feirinha”, com lojas de sete marcas diferentes (incluindo a Livraria Africanidades e a loja de sandálias Linus) idealizadas por empreendedoras. Como de costume nos festivais, as paredes estavam cobertas de lambe-lambes, que homenageavam Elza Soares, Gal Costa e Marília Mendonça. Tinham ainda ativações do Instagram, onde era possível fazer um “vídeo especial”, e da Converse, que dava de brinde pôsteres com ilustrações. No entanto, diferentemente dos espaços interativos, a praça de alimentação era composta em sua maioria por restaurantes sem uma marca convidada para estar ali – exceto pelo “Bar da Dona Onça”. Os cardápios continham hambúrgueres, espetinhos variados, batata-frita, hot-dogs, pastéis, drinks e, para os veganos, opções de coxinha. Na área da pista premium, onde a imprensa ficou, mesas, banquinhos e redes ficaram espalhadas, proporcionando certo conforto. Entretanto, os banheiros químicos, exatamente ao lado, atrapalharam na hora de realizar as refeições. É provável que o “GRLS”, apesar da demanda baixa de ingressos em 2023, tenha uma nova edição no ano que vem. Na saída, havia exposta uma placa que dizia: “nos vemos em 2024”.
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