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A CCXP 2023 começa oficialmente nesta quinta-feira (30) e vai até domingo (03) no São Paulo Expo Center. O evento completa nesta edição 10 anos de existência e promete trazer a costumeira homenagem à cultura pop. Nomes renomados como Chris Hemsworth, Zendaya, Timothé Chalamet e Jodie Foster estão entre as atrações anunciadas.
A Alpha teve acesso ao “Spoiler Night”, noite na qual a mídia e influenciadores visitam a estrutura já montada da CCXP e podem conferir os principais estandes. Entre os destaques desta edição estão um estande dedicado ao filme “Barbie”, no qual os participantes podem utilizar vestimentas rosas e brilhantes, até participar de um concurso de dança valendo brindes.
No entanto, quem não gostou da principal da estreia deste ano, os organizadores trouxeram os grandes estúdios como Warner Bros, Universal Pictures, HBO Max e Marvel Studios. Os estandes contam com ativações para os fãs de franquias como House of Dragon, Harry Potter, Duna e até estreias recentes como “Wonka”, o longa-metragem que promete contar a história do personagem mais icônico do filme “A Fábrica de Chocolate” (estreia 07 de dezembro).
Em termos de alimentação, o local está bem servido com três praças de alimentação diferentes com restaurantes como China in Box, Spoleto, Johnny Rockets, Gendai e Rei do Matte. Os preços são altos, como já é esperado de qualquer evento de grande porte. Um combo de hambúrguer, batata frita e refrigerante sai em média R$ 60. É bom ir com o bolso preparado. Para quem for fã da série Friends fica a dica: Johnny Rockets está com brindes dos 6 personagens centrais.
Ainda falando de bolso, para quem quiser fazer compras na CCXP 2023 também haverão opções. A Legião Nerd está com um estande repleto de Funkos Pop e itens que fazem referência a filmes e série. Inclusive, para quem fizer a compra no evento consegue um cashback de 10% na loja física no bairro da Liberdade, em São Paulo.
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]]>O post Saiba as exigências de Paul McCartney para os shows no Brasil apareceu primeiro em Alpha FM - 101.7.
]]>Como o artista não come carnes e defende assiduamente os animais, ele exigiu que os móveis não sejam de couro ou de qualquer tecido/estampa que imite pele animal. O mobiliário também deve ter tons neutros, mas não brancos. Ele ainda solicitou plantas verdes “cheias” e, de flores, gérberas coloridas.
Apesar do cantor viajar com seu chef particular, a cada cidade, é contratado um chef local, especializado em comida vegetariana, para prestar apoio, além de um especialista responsável pela compra de produtos frescos.
Com a turnê Got Back, Paul McCartney realizará três shows em São Paulo. O cantor sobe ao palco do Allianz Parque nos dias 7, 9 e 10 de dezembro. Em nota, o artista afirmou:
“Tenho boas notícias. Estamos voltando ao Brasil em novembro para tocar para vocês. Temos ótimas lembranças de todas as nossas visitas ao país. Eu amo ir ao Brasil porque vocês gostam de rock, de cantar e festejar ao mesmo tempo. Estamos muito animados. Vamos nos divertir, arrasar e passear. E Brasil, vamos nos divertir muito!”
Confira todas as datas a seguir.
30/11 – Brasília, DF – Arena BRB Mané Garrincha
03/12 – Belo Horizonte, MG – Arena MRV
04/12 – Belo Horizonte, MG – Arena MRV
07/12 – São Paulo, SP – Allianz Parque
09/12 – São Paulo, SP – Allianz Parque
10/12 – São Paulo, SP – Allianz Parque
13/12 – Curitiba, PR – Estádio Couto Pereira
16/12 – Rio de Janeiro, RJ – Maracanã
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]]>O post Alceu Valença faz show eletrizante no Tokio Marine Hall apareceu primeiro em Alpha FM - 101.7.
]]>O artista fez um show solo em São Paulo, uma apresentação que faz parte da turnê “Alceu Dispor”. Em mais de uma hora e meia de cantoria, Alceu contou histórias, animou uma plateia conhecedora de seus grandes sucessos e ainda teve tempo de fazer brincadeiras para aliviar o clima.
A tour começou neste ano na Europa, passando por 8 cidades como Amsterdam, Barcelona e Lisboa. A empreitada vai virar inclusive um documentário, com 5 episódios mostrando os bastidores desta viagem para o Velho Mundo.
No entanto, aqui em São Paulo, Alceu encontrou um território já bem conhecido e um público que sabia na ponta da língua as suas letras mais icônicas. O repertório do show passou por sucessos como “Pelas Ruas Que Eu Andei”, “La Belle de Jour” e “Anunciação”. Mas Alceu não deixou de fazer um aceno às suas origens e tocou canções como “Baião”, “Morena” e “Pisa na Fulô”. Tudo sempre com muita animação e um sorriso largo no rosto de um dos principais expoentes da música nordestina.
Como costumeiro, Alceu apresentou cada músico de sua banda e aproveitou a deixa para contar sobre sua juventude e até explicar um pouco sobre seu estilo musical. Foi o próprio Rei do Baião, Luiz Gonzaga, quem nomeou a produção artística de Alceu como “pífano elétrico”. Ele explica o que é o instrumento como “duas flautas que tocam juntas”. O cantor de São Bento do Una até encantou o público com sua anedota do jornalista do The New York Times que o caracterizou uma vez como o “rock que não é rock”.
Entretanto, uma das partes mais interessantes da experiência de ver o cantor ao vivo é a interação com o público. Ao tocar “Girassol”, por exemplo, Alceu deixa a plateia cantar palavra por palavra um dos refrões mais chicletes de sua discografia. Em “Táxi Lunar”, o Tokio Marine Hall se encheu de lanternas de celular e todas as luzes do palco ficaram baixas, numa simulação de uma viagem espacial.
Para encerrar a apresentação, Alceu Valença recorreu à comédia e fingiu sair do palco “Eu vou sair e você falam “Alceu, cadê você? Eu vim aqui só para te ver”. Ao fazer uma cena para se retirar, ele ainda completou dizendo “Todo artista é mentiroso. O único que tem coragem que admitir isso sou eu”. Mesmo sem a dramatização de Alceu, os espectadores ainda assim pediriam mais, só para poder cantar “Morena Tropicana”.
Com 77 anos e uma disposição invejável, o cantor, compositor e instrumentista Alceu Valença trouxe ao Tokio Marine Hall cor para um sábado cinza. Definitivamente, uma experiência que fez todo público ter vontade de levantar da cadeira e dançar junto com o artista.
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]]>O post Coala Festival faz encontro entre gerações no Memorial da América Latina apareceu primeiro em Alpha FM - 101.7.
]]>Na sexta (15), um dos shows mais aguardados pelo público foi o de Péricles, que colocou todo mundo para sambar e coreografar os maiores hits da sua carreira, além de relembrar clássicos do Exaltasamba e sucessos do pagode, como “Me Apaixonei pela Pessoa Errada”, “Livre Pra Voar” (de Marília Mendonça) e “Graveto”. O artista também aproveitou para homenagear Arlindo Cruz, que fez aniversário na última quinta-feira (14). “A música trouxe a gente para cá”, disse em um dos seus simpáticos discursos ao público. O ponto alto do show foi quando Tim Bernardes subiu ao palco, de surpresa, para cantar junto de Péricles “Final de Tarde” e “Melhor Eu Ir”, levando a plateia à loucura com o dueto inesperado.
Na sequência, Fafá de Belém brilhou no Coala em seu vestido vermelho, escolha essa para abrir a apresentação com o hit de mesmo nome. A artista, de potência vocal fortíssima, emocionou a todos com os maiores hits, entre eles “Emorio”. Johnny Hooker foi o convidado da vez para subir ao palco – dessa vez já esperado pelos fãs – e duetou “Volta” juntos. Marília Mendonça foi mais uma vez a escolhida para uma homenagem, já que os cantores emocionaram com “De Quem é a Culpa”. Entre trocas de figurinos, “Abandonada” e “Nuvem de Lágrimas” também não ficaram de fora.
Fechando a noite do primeiro dia, o projeto OlodumBaiana, parceria de sucesso entre o Olodum e o grupo BaianaSystem, fez todo mundo sair do chão com batidas eletrizantes e ritmos provenientes da Bahia. Durante o show, os grupos mesclavam hits como “Sulamericano” e “Lucro” – já consagrados pelo BaianaSystem – e “Faraó Divindade do Egito”, “Nossa Gente” e “Várias Queixas”, do Olodum. Essa foi a primeira vez do OlodumBaiana se apresentando em São Paulo e foi uma ótima forma de acabar o primeiro dia, com a energia no alto e, claro, deixando o público ansioso para o sábado no Coala.
No sábado (16), o clima ficou ensolarado no Memorial da América Latina. Os shows do palco principal começaram com o trio Metá Metá, grupo consagrado que mistura jazz, afrobeat e até samba. Apesar de terem uma trajetória de 15 anos e já terem sido indicados ao Grammy Latino, o grupo diz ainda fazer uma produção independente. “Os festivais querem agradar os patrocinadores e consequentemente querem números. Mas quando eles consegue abrir brecha para um lado mais diferente, mais independente, a gente consegue entrar e é bem legal”, afirma Kiko Dinucci, guitarrista do trio.
Falando ainda de um lado B da música brasileira, o Coala também contou com a presença da cultura indígena. As Suraras do Tapajós subiram no palco com vestimentas, acessórios e pinturas corporais, trazendo um pouco do oeste do Pará para São Paulo. No entanto, mesmo debaixo de um sol fervilhante, elas não deixaram de reconhecer alguns copatriotas entre o público “Estou vendo que o Pará está bem representado aqui”, brincou Leila Borari, apontando para a plateia.
No entanto, o gênero que dominou o palco do Coala durante o segundo dia foi a MPB. Jards Macalé, também conhecido como anjo torto do gênero, trouxe alguns de suas canções mais famosas, mas também fez homenagem a um dos maiores nomes da Música Popular Brasileira, Luiz Melodia. Mesmo fazendo o show inteiro sentado, Jards conseguiu fazer o público dançar e aproveitar a tarde.
Já a cantora Simone trouxe ao palco do Coala o show baseado na turnê “Tô Voltando”. Com uma jaqueta branca e um body inteiros de brilho, a artista passeou por grandes hits como “O Tempo não Para”, “e “Encontros e Despedidas”. Ao lado de Juliana Linhares, Simone cantou o sucesso “Jura Secreta”, que foi composto especialmente para a intérprete. Em entrevista à Alpha FM, Simone comentou que Juliana pediu para cantar o hit no show. Mesmo sem fone, e com problemas no figurino, Simone conseguiu manter a pose e entregar um show para uma plateia já mais animada. A banda inteira dela é composta por homens jovens, e com seu bom humor a artista não deixou de brincar “meu jardim de infância, galera”.
Mas o grande destaque do segunda dia sem sombra de dúvidas foi o show de reencontro dos Novos Baianos. A apresentação foi a inauguração da turnê em homenagem ao disco “Acabou Chorare” que completou 50 anos em 2022. Baby do Brasil, Pepeu Gomes e Paulinho Boca de Cantor passaram por grandes hits que encantam até hoje as gerações mais novas de amantes da MPB. “A menina dança”, “Mistério do Planeta”, “Brasil Pandeiro”, “Preta Pretinha” foram somente algumas das canções que fizeram o público se emocionar. Os três integrantes do grupo conversaram rapidamente com a Alpha e comentaram sobre a ausência de Moraes Moreira e Luiz Galvão “Nós acreditamos em eternidade. Então nós realmente cremos que Moraes e Galvão estão conosco. Eu converso com meu amigo Moraes todos os dias”, comenta Paulinho de forma emocionada. A estreia da turnê em São Paulo é simbólica, levando em conta que os cinco se conheceram e começaram sua trajetória aqui na capital
O terceiro dia de Coala foi marcado pelo encontro entre gerações. Comemorando 80 anos, Marcos Valle convidou Céu e Joyce Moreno para cantar sucessos como “Samba de Verão”, “Besteiras de amor” e o show foi encerrado com “Estrelar”, sucesso do cantor e instrumentista.
Quem estava na expectativa de ver Angela Ro Ro, acabou se decepcionando porque a cantora não se sentiu bem e não pôde subir ao palco. Letícia Letrux, no entanto, fez um bom trabalho em animar a plateia e comentou sobre a recuperação de Angela “Choramos hoje de manhã no telefone. Vamos mandar um axé pra ela, gente”. A artista trouxe um show bem rock, até colocou o público para cantar e dançar juntinho o clássico “Amor, meu grande amor”.
Ainda falando de grandes nomes da MPB, Marina Lima fez aniversário neste domingo (17) e comemorou com uma apresentação intensa ao lado de Fernanda Abreu. As duas intercalaram performances solos, e passaram por hits de suas carreiras como “Acontecimentos”, “Rio 40 Graus” e “Garota Sangue-Bom”. Marina aproveitou para fazer uma homenagem a grande nomes do rock nacional, como Cazuza e Renato Russo e até chegou a fazer uma crítica política forte, tocando a canção “Puro Disfarçe”, parceria com Letrux. Mais para o final da performance, Marina e Fernanda cantaram juntas e até brincaram com a plateia ao darem um selinho. “Olha só o que o Coala me proporcionou”, falou rindo a cantora carioca de 68 anos.
Para encerrar o domingo e o festival, Jorge Ben Jor subiu ao palco, trazendo seus grandes clássicos “Mas Que Nada”, “Chove, chuva”, “País Tropical”. Aos 84 anos, ele esbanjou jovialidade e emendou música atrás de música, com poucos minutos de pausa. Jorge reverenciou seus músicos e colocou a plateia para cantar.
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]]>O post Bruno Mars fecha The Town em pódio de “melhores shows” em festivais apareceu primeiro em Alpha FM - 101.7.
]]>Abrindo o cronograma do domingo, Marina Sena subiu ao palco The One com uma setlist inteiramente dedicada à Gal Costa. A mineira, que ganhou fama nacional com seu álbum “De Primeira” e o hit “Por Supuesto”, disse que estava muito nervosa em se apresentar cantando Gal que, segundo ela, é a sua maior inspiração: “Eu canto Gal desde que nasci e hoje é uma honra cantar para vocês! Quero vibrações boas para ela sentir tudo”. A performance exigiu fôlego e interpretação de Marina, que entregou com maestria e muita simpatia, enquanto chorava de emoção ao soltar a voz com a discografia da baiana. O público pôde ouvir “Baby”, “Lágrimas Negras”, “Força Estranha”, “Mamãe eu choro”, “Meu Nome é Gal” e mais!
Assim que Marina deixou o The One, o palco Skyline acendeu as luzes para receber Iza. A cantora apostou nos seus hits lançados recentemente, incluindo quatro faixas do novo disco “AFRODHIT” entre as cinco primeiras do roteiro do show. Ela, claro, não deixou de fora “Fé”, “Dona de Mim”, “Pesadão”, “Brisa” e “Ginga”, agitando o público. No The One, Pabllo Vittar também agitou o The Town com os maiores hits, com direito à participação de Liniker cantando “Baby 95” e Jup do Bairro em “Descontrolada”. No setlist, Pabllo equilibrou as faixas dos cinco álbuns de estúdio lançados desde 2017. No mesmo palco, na sequência, Gloria Groove se apresentou com o novo show “Noites de Glória”. A energia do show foi empolgante, sem deixar de fora as músicas “A Tua Voz”, “Samba in Paris” e o ponto alto da apresentação, de fato, foi com o hit “Vermelho” cantado em coro.
Deixando de lado o agito do The One, H.E.R. subiu ao Skyline com seu show romântico e bem produzido, declarando amor à música brasileira e ao país. Aos 26 anos, a norte-americana já foi indicada mais de vinte vezes ao Grammy, tendo conquistado quatro, em apenas sete anos de carreira. Em “Hard Place”, o público que esperava por Bruno Mars e não conhecia o repertório da artista, bateu palmas junto, conquistados por Gabriella Wilson, seu verdadeiro nome. H.E.R. é uma sigla para “Having Everything Revealed” (Tendo tudo revelado), uma forma que encontrou para tentar manter a identidade protegida. “Essa é minha primeira vez em São Paulo e estou amando! O Brasil é meu país favorito no mundo. Vocês fazem com que me sinta tão à vontade”, comentou sorrindo. Um dos pontos altos foi com o hit “Best Part”, sua parceria com Daniel Caesar, além de “Intimidated”, com Kaytranada.
Antes de H.E.R., Kim Petras também marcou presença no Skyline. Ela foi a primeira cantora trans a chegar ao topo das paradas americanas e uma das poucas atrações que fizeram sua estreia no Brasil com show no The Town. No repertório dançante, não ficou de fora “Unholy”, hit que conta com a voz do cantor Sam Smith, além de “Heart to Break”.
Às 21h45, quase uma hora antes do grande headliner da noite brilhar, Jão colocou o público do The One para pular, chorar e dançar com uma estrutura dominada por um dragão imenso no palco, remetendo ao seu mais recente álbum “SUPER”, que faz referências ao elemento fogo. Além disso, a apresentação contou com drones no céu que formavam a bandeira do orgulho bissexual durante a música “Meninos e Meninas”. “Espero que hoje vocês se sintam respeitados e amados por quem vocês realmente são, e que aqui seja um lugar seguro para vocês”, disse. Não foram só os hits mais recentes que entraram no setlist. Jão também cantou “Idiota”, “Vou Morrer Sozinho” e “Santo”, fechando o show com “Me Lambe”, do álbum recente.
Após o primeiro show aclamado no The Town, Bruno Mars retornou ao evento para fechar a noite da primeira edição. Entre brincadeiras e tentativas de falar novas palavras em português (diferenciando o que falou na primeira apresentação no festival), o cantor entregou carisma e muito talento. O setlist, igual ao dia 03, incluía também “Evidências”, um clássico do sertanejo, tocada pelo tecladista John Fossitt e, desta vez, com direito a Xororó e família na plateia. O público foi à loucura quando o artista apareceu no telão, tornando a noite ainda mais especial. A participação dupla de Mars no The Town lotou os dois dias em que esteve presente, fazendo um dos melhores shows da programação segundo os fãs. Começando com “24K Magic”, passeou por seus maiores sucessos – ou seja, todas suas músicas -, incluindo “Finesse”, “That’s What I like”, “Versace on the floor” a “Treasure”, “When I Was Your Man”, “Grenade”, “Runaway Baby” e “Locked Out Of Heaven”. Ufa!
A banda que o acompanha, The Hooligans, é impecável em todos os aspectos e participa das coreografias, muito bem feitas e sincronizadas com Bruninho – apelido carinhoso dado pelos brasileiros e adotado pelo artista durante a performance. “They call me Bruninho!”, ele diz, ao atender um telefone dourado durante o show: “Oi, sumida! Eu quero você, gostosa”, continua, aos risos.
Além dos palcos principais, o último dia superlotado do The Town também contou com shows nos palcos Factory, São Paulo Square e o de música eletrônica, New Dance Order. Vale destacar também os shows de Mônica Salmaso com a banda Mantiqueira, além de Tássia Reis, Xênia França e Cynthia Luz.
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]]>O post Objetos dos Beatles devem arrecadar mais de R$ 29 milhões em leilão nos EUA apareceu primeiro em Alpha FM - 101.7.
]]>Ao todo, a venda dos objetos deve render mais de R$29 milhões. O leilão começou no dia 30 de agosto, e vai até o dia 23 de setembro. As vendas de objetos dos Beatles sempre atraem muito interesse. Em abril de 2020, uma cópia de “Hey Jude”, escrita pelo próprio Paul McCartney foi vendida por quase seis vezes seu valor estimado de R$ 4 milhões.
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]]>O post Brasil Game Show lança livro “BGS – Cosplay Hall da Fama” apareceu primeiro em Alpha FM - 101.7.
]]>Como descrito na sinopse, o livro apresenta uma vasta compilação de fotografias e curiosidades sobre o concurso de cosplay realizado na última edição da BGS, em 2022:
“É um livro único, impresso em alta qualidade, repleto de belas fotografias e curiosidades com os vencedores do Concurso de Cosplay da Brasil Game Show. Você encontra uma grande variedade de personagens, desde os heróis e vilões mais conhecidos dos games, quadrinhos e anime, até criações únicas e originais.
O livro é mais do que uma coletânea de fotos. Cada perfil de cosplayer não apenas destaca o incrível trabalho de vestuário e maquiagem, mas também mergulha nos personagens. Um livro para admirar e entender mais do universo cosplay. Uma referência para quem já participa de concursos e para aqueles que desejam entrar no A1:V4213 do cosplay.”
Ao todo, são 92 páginas de conteúdo. É possível adquirir a edição física pela própria editora, como também no site da Rank 1.
Vale lembrar que, entre os dias 11 e 15 de outubro de 2023, das 13h às 21h (com exceção da primeira data, que começa às 15h), acontecerá a 14° edição da Brasil Game Show (BGS), no Expo Center Norte, localizado em São Paulo.
O post Brasil Game Show lança livro “BGS – Cosplay Hall da Fama” apareceu primeiro em Alpha FM - 101.7.
]]>O post Relembre 5 grandes nomes que passaram pela Brasil Game Show apareceu primeiro em Alpha FM - 101.7.
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Neste ano, estão confirmados Shota Nakama (criador da Video Game Orchestra), Charles Martinet (dublador original do Mario), Kenny James (dublador original do Bowser), Samantha Kelly (dubladora original da Peach), Nolan Bushnell (fundador da Atari), Ned Luke (ator de “GTA V”), Shawn Fonteno (ator de “GTA V”), entre outras atrações.
Ao longo das edições, grandes nomes do meio marcaram presença. Veja alguns deles abaixo:
1→ Takashi Iizuka
Takashi Iizuka, designer, produtor e diretor criativo de Sonic, participou da 13ª edição da Brasil Game Show, em sua primeira visita ao Brasil. Durante o evento, o profissional
participou de painéis do BGS Talks, sessão de autógrafos e Meet & Greet com os fãs.
2→ Nolan Bushnell
Nolan Bushnell, fundador da Atari confirmado neste ano, visitou a feira anteriormente, em 2017 e 2018. Marcelo Tavares, fundador e CEO da BGS, afirma: “Profissionais da indústria como Nolan revolucionaram não só o mercado, mas a vida de milhões de jogadores, influenciando amizades, momentos divertidos e memórias inesquecíveis. Eu mesmo tenho uma relação especial com o console e tenho vários na minha coleção. A presença dele é uma homenagem à indústria e uma maneira de aproximar os gamers de um dos responsáveis por tudo que os jogos representam hoje à sociedade.”
3→ Hideo Kojima
Convidado da 10° edição da Brasil Game Show, Hideo Kojima, criador do “Metal Gear Solid” e “Death Stranding”, fez história. Isso porque ele recebeu o prêmio Lifetime Achievement Award – responsável por reconhecer a contribuição do profissional para a indústria dos games – e entrou para o Wall of Fame do evento, que homenageia nomes importantes com o emolduramento de suas mãos.
4→ Cory Barlog
Cory Barlog, diretor criativo de God of War, acompanhado do artista sênior de personagens brasileiro Glauco Longhi, esteve presente na BGS de 2018. Divulgando o então jogo lançado para o PlayStation 4, Longhi deu detalhes a respeito ao PlayStation Blog na época: “Nosso objetivo, como desenvolvedores, era de usar nossa imaginação, nosso cérebro um pouco mais. Queríamos poder explorar esse mundo, ver o que mudaria se mudássemos algumas coisas, e como elas acabariam se tornando mudanças maiores.”
5→ Fumito Ueda
Criador dos clássicos “The Last Guardian” e “Shadow of the Colossus”, Fumito Ueda fez parte da Brasil Game Show 2018. O designer japonês participou da cerimônia de abertura do evento, dos painéis do BGS Talks e também de atividades com os fãs. “Para mim, videogame é o lugar onde eu posso experimentar o fantástico. Quando surgiram os jogos, eu pensei que, se não fosse o criador, será que eu pagaria por eles? Acredito que existem pessoas semelhantes a mim e se eu fizer um jogo assim, dessa forma, elas também vão gostar”, disse na ocasião.
O post Relembre 5 grandes nomes que passaram pela Brasil Game Show apareceu primeiro em Alpha FM - 101.7.
]]>O post Bruno Mars prova que é um artista completo em show no segundo dia do The Town apareceu primeiro em Alpha FM - 101.7.
]]>A chuva que tomou conta da estreia do festival, não apareceu no dia em que um dos maiores nomes da música pop internacional se apresentou. Todos os brinquedos funcionaram normalmente, como a montanha-russa, a tirolesa (que passa pelo palco Skyline enquanto acontece os shows inclusive) e o público também pode se divertir com as ativações de marcas patrocinadoras.
Com um leve atraso, Luisa Sonza entrou no palco por volta das 16h30 para fazer a estreia do show baseado no seu álbum mais recente “Escândalo Íntimo”. A artista passou por canções como “Dona Aranha”, “Penhasco 2” (parceria com Demi Lovato), e ela encerrou o set com a música “Lança Menina”, que contém uma pequena participação póstuma de Rita Lee.
Assim que o show de Sonza terminou, Ney Matogrosso entrou no palco completamente paramentado. Com uma fantasia dourada e repleta de glitter, um dos maiores intérpretes brasileiros trouxe o set list da turnê “Bloco de Rua”. Ainda nos últimos minutos de apresentação, Ney conseguiu trazer dois clássicos que estavam fora do planejado: “Poema”, e “Homem com H”. O cantor só saiu do palco depois que o tempo se esgotou, e ainda se desculpou “É todo o tempo que temos. Não conseguimos mais nada”.
Agora o público jovem pode aproveitar para pular e dançar bastante no palco Skyline com o DJ Alok. Com fogos de artificio, labaredas e projeções visuais elaboradas, ele chamou o cantor estadunidense Zeeba para tocar “Hear me Now”, hit que já soma mais de 600 milhões de streams no Spotify. A dupla também já soltou uma prévia de uma nova parceria que vai ser lançada somente em novembro deste ano.
Quase no final da noite, Seu Jorge trouxe seu samba para o palco The One. Mesmo quem aguardava Bruno Mars do outro lado do Autódromo acabou cantando juntos hits como “Carolina”, “Amiga da minha mulher” e “Felicidade”.
Já o headliner da noite, Bruno Mars, entrou pontualmente no palco principal para fechar o domingo com chave de ouro. Ele fez um passeio pela sua carreira, cantando hits antigos como “Just The Way You Are” e “Talking to The Moon”, até canções mais atuais como “Leave the Door Open” do Silk Sonic.
No entanto, o grande destaque da apresentação foi o diálogo de Bruno com a cultura brasileira. Ele aprendeu diversas frases em português como “Eu quero você, gatinho” e “Eu sou tímido” e em determinado momento a banda tocou o instrumental de Evidências, de Chitãozinho & Xororó, fazendo o público cantar o clássico da música nacional.
O post Bruno Mars prova que é um artista completo em show no segundo dia do The Town apareceu primeiro em Alpha FM - 101.7.
]]>O post Primeiro dia de The Town é marcado por chuva, gêneros musicais diversos e grandes atrações apareceu primeiro em Alpha FM - 101.7.
]]>A frase usada pelo evento nas redes sociais, “quando foi a última vez que você fez algo pela primeira vez”, faz total sentido, considerando, sobretudo, a estrutura vista nessa data inaugural – diferente na cidade e semelhante à oferecida pelo festival irmão carioca – e ao “fator surpresa” de uma ocasião nunca ocorrida antes. Para além da música, o cuidado com a cenografia – inteiramente baseada na capital paulista -, banheiros “de verdade”, grama sintética (um tanto quanto alagada à noite por causa da chuva, perdendo o seu “propósito” de facilitar a circulação), terreno nivelado, som potente e disponibildade de transporte 24h atuaram como os principais destaques.
Já em relação à programação, diferentemente do dia 9, por exemplo, com line-up principal orientado ao rock, hoje o The Town englobou tudo, do jazz de Esperanza Spalding ao rap de Iggy Azalea. O mesmo vale para as diferentes atrações espalhadas pelo Autódromo.
Como forma de homenagear o companheiro Rock in Rio, o espaço Rota 85 passou um “filme”, relembrando a primeira edição de 1985. Havia um “tênis sujo gigante”, para fotos, uma espécie de capela e um orelhão, com uma mensagem especial de Roberto Medina. A ideia era ouvir o recado e então gravar um depoimento em voz, contando sobre a experiência de fazer parte do evento.
O São Paulo Square deixou ainda que um grupo de músicos e balé, apelidados de “Square”, dançassem na frente do palco e puxassem o público. Vestidos todos com roupas listradas e pretas, pegaram pela mão a plateia espalhada pelo chão, proporcionando um momento de descontração. Montanha-russa, roda-gigante, tirolesa (a mais concorrida) e megradop compuseram o circuito de brinquedos, cujas atividades acabaram interrompidas temporariamente pela chuva.
Mesmo com pouco público, a São Paulo Big Band, acompanhada de Alma Thomas, entregou um poderoso show de jazz no início da tarde. A cantora descreveu o momento como “lindo e especial”, agradeceu pelos gritos de “maravilhosa”, além de elogiar a banda e dedicar a performance para Altair Martins, trompetista que nos deixou recentemente. Já mais tarde, no mesmo espaço, o show instrumental de Hermeto Pascoal soou quase poético diante da queda d’água.
No The One, Criolo, junto do Planet Hemp, marcaram este 2 de setembro. Como um clássico show da banda envolvida, teve pedido de “roda” e, claro, performance de “Distopia”, parceria entre ambos. “A gente está feliz de estar com material novo depois de 22 anos. Estávamos numa posição confortável, com todo mundo conhecendo todas as músicas nos shows. Estávamos falando sobre se arriscar, sentimos essa necessidade. E a gente está aqui como convidado do Criolo, sensacional. Falamos como, com um ensaio, conseguimos uma intersecção, até de imagem, nos próprios telões. A gente conseguiu fazer uma amálgama maravilhosa que só deu certo porque está todo mundo em sintonia”, contou BNegão exclusivamente à Alpha FM. Criolo, sempre priorizando a percussão em suas apresentações, completou: “Acho que a percussão mostra uma raiz, né? Tudo vem dos tambores, tudo vem dessa energia ancestral, seja o mestre Daniel Ganjaman pegando esses beats e colocando NPC e fazendo esses vídeos consagrados pra todos, seja o Marcelo reinventando o seu próprio samba”. A declaração completa pode ser assistida aqui.
Em seguida, o show de luzes coloridas das pulseiras de LED entregues para o público pareceu um tanto quanto tímido, ofuscado pela tempestade. Mas, os fogos de artíficio, junto de uma curta performance de Ney Matogrosso de “América do Sul”, roubaram a cena. Deixaram um gostinho de quero mais, pelo impacto e simbolismo inerentes ao cantor – que trajava um figurino de asas de pavões.
Entrando nos “headliners”, Demi Lovato consagrou-se como a dona da noite. Mudar de gênero musical pode ser uma tarefa complicada. No entanto, a americana levou a missão com naturalidade. Ela, que desde a adolescência mostrava proximidade com o universo do rock e metal, decidiu, no ano passado, migrar de vez para a sonoridade. Fez um “funeral” para a antiga discografia, incorporou um novo estilo e estética, disponibilizou o disco “Holy Fvck” e deu uma nova roupagem para as performances das músicas.
Cada um dos itens foi comprovado em território brasileiro quando, em setembro do ano passado, a artista veio para shows no Rock in Rio, Belo Horizonte e São Paulo. De lá para cá, as coisas não mudaram. No The Town, ela parecia genuinamente feliz ao ver o coro sincronizado vindo dos admiradores em “Don’t Forget” e “Substance”, com os “eu te amo” gritados, e, além do look preto com detalhes nas cores do Brasil, arriscou palavras em português como “oi, gente”, “lindos”, “obrigada”, “amo o Brasil” e “beijos”. Acrescentou “Tell Me You Love Me”, queridinha dos fãs, no repertório, dedicou “La La Land” para os “Lovatics antigos” e colocou no set “Neon Lights” a pedido do fandom, responsável por subir a música para o topo do iTunes Brasil. Com um baixo marcante, a faixa pareceu muito mais atrativa.
“Todas as vezes que eu venho para o Brasil eu me sinto tão bem recebida e tão amada. Eu só posso dizer: obrigada”, pronunciou.
Visualmente, Lovato não parece mais a diva pop de antes, mas, por vezes, a persona ainda aparece nos vocais poderosos, conexão com os fãs apaixonados, resquícios de coreografia e refrães chicletes. Trazer o repertório recente e grande parte de seus hits para o palco Skyline foi um acerto. Não só para divulgar o “Revamped”, álbum de regravações rock com lançamento para este mês – mencionado por ela – , mas para entreter uma plateia composta por um, em tese, público variado (ainda assim, dominado por seus fãs). “Skyscraper” no teclado caiu como uma luva para uma multidão ensandecida, que clamava cada palavra de volta para a artista como um mantra. Com as lanternas dos celulares acesas, somadas às pulseiras de LED distribuídas, o momento ficou carregado de dramaticidade e emoção, sendo o ponto alto do set.
Ela, que sempre demonstrou carinho pelo Brasil, o incluindo em sua agenda de shows ano após ano (essa foi a décima primeira passagem dela por terras tupiniquins), levou esse amor para outro nível. Colaborou com a cantora Luísa Sonza na recém-lançada “Penhasco2” e cantou com a sua “nova amiga” a canção – toda em português- pela primeira vez ao vivo.
No geral, Nita Strauss fez falta. Guitarrista do Alice Cooper e integrante da banda de apoio (100 ٪ feminina) da cantora, a instrumentista, que funciona quase como uma atração a parte tamanho o magnetismo de seus solos, não apresentou-se desta vez por questões de agenda. Constance Antoinette empunhou a guitarra, enquanto Leanne Bowes (baixo) e Brittany Bowman (bateria) ocuparam as outras funções, trazendo o peso necessário para essa “nova fase” de Demi.
Indo para o “fechamento” do dia, Post Malone ganhou o jogo pelo carisma (fazendo até coraçãozinho com a mão e colocando girassol dado por fã na orelha), dancinhas e músicas radiofônicas. Sorridente e à vontade, o rapper – que entrou com uma blusa do Brasil e copo de cerveja na mão – parecia estar na sala de casa. “Better Now” foi cantada em peso pela Cidade da Música, recheada de fogos para o momento. “Take What You Want”, com direito à solo de guitarra e chamas no palco, e “I Fall Apart”, com emoções à flor da pele, atuaram como as protagonistas do set – que, diga-se de passagem, ganhou uma iluminação extremamente interligada aos ritmos das faixas. Teve até fã no palco para tocar “Stay” com o artista e o próprio saindo do palco para dar uma voltinha!
“Eu só quero dizer obrigado por terem vindo. Sei que está frio e chovendo, mas estou aqui para curtir e fico feliz que estejam aqui”, disse no início. Mais adiante, mandou uma importante mensagem para os presentes: “Todos vocês são amados, sejam vocês mesmos, se expressem, sejam criativos, vivam suas vidas, vivam seus sonhos, vivam sua verdade”.
Até então, os cerca de 100 mil ingressos não estavam esgotados para essa primeira data. Pela manhã, a organização realizou uma postagem confirmando o “sold out”, que mostrou-se verdade, com toda a extensão do Autódromo ocupada, principalmente, as áreas entre o The One e Skyline – de curta distância, um grande acerto para o The Town, que optou por não colocar apresentações síncronas nos espaços. Entre as reclamações, figuraram as filas nos portões de entrada – com acesso demorado -, filas nas ativações e caixas, problemas nos trens, muitas poças e lama advindas da chuva, falta de sinalização e pouca distribuição de água nas grades, segundo relato de fãs.
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